Chocolethá: o sabor como linguagem de amor e expressão de arte

A trajetória de Vânia Batista Soares, idealizadora da Chocolethá, é um retrato de como o afeto pode se transformar em ofício e o sabor em memória.
Sua história começa em 1989, quando a paixão pelo chocolate foi despertada pela tia Wanda. Naquele momento, havia também a necessidade: contribuir com as despesas da família. O que começou como uma solução se tornou, ao longo dos anos, um caminho de realização pessoal e profissional.
O chocolate, para Vânia, sempre foi mais do que um produto, é linguagem de afeto, uma forma de expressar carinho e gratidão. Foi com esse olhar que ela também financiou seus estudos em Administração, encontrando no doce não apenas sustento, mas também propósito.
Pós-graduada em Recursos Humanos, carrega consigo a sensibilidade de quem entende o valor das relações humanas, algo que se reflete em cada criação.
A evolução de sua produção acompanha sua própria história: do ambiente doméstico ao ateliê próprio, a marca cresceu sem perder sua essência artesanal.
O nome Chocolethá carrega um significado afetivo profundo, resultado da junção de Chocolate com os nomes de suas filhas, Letícia e Thaís, suas maiores inspirações e motivações ao longo da jornada.
Sempre atenta às tendências, Vânia transforma o chocolate em experiências sensoriais, explorando técnicas e sabores que encantam. Ainda assim, há um destaque especial: os cones trufados, que se tornaram o carro-chefe da marca. O sucesso foi tanto que Letícia, sua filha, acabou ganhando o apelido carinhoso de “coninho” na faculdade, um reflexo do vínculo entre família, produto e história.
Mais do que técnica, seu trabalho é guiado pelo amor e pela dedicação. Em cada receita, há um gesto de cuidado; em cada detalhe, uma expressão artística; em cada sabor, uma lembrança afetiva.
Para Vânia, nunca houve sacrifício. Apenas a certeza de que, quando há amor, o trabalho se transforma em vocação.
Em cada detalhe, ela imprime sua história, transformando o próprio nome em uma assinatura de sabor: um gesto afetivo que carrega identidade, memória e emoção, deixando em cada criação um pouco de si e muito do que sente.
Instagram: @chocoletha










